Uma investigação conduzida pelo governo de Gunma, revelou que pelo menos 256 famílias residentes em habitações públicas foram cobradas de forma excessiva desde o ano fiscal de 2013, totalizando uma arrecadação indevida de cerca de 200 milhões de ienes (R$ 6,5 milhões).
A falha foi descoberta após uma diretriz do governo japonês instruir as administrações locais a revisarem os cálculos de aluguel das habitações públicas. A revisão revelou que deduções aplicáveis a famílias em que o chefe do domicílio é dependente não foram corretamente consideradas, resultando em valores mais altos do que deveriam ser pagos.
O governo da província informou que iniciará os reembolsos em março de 2025 e que as famílias afetadas serão notificadas oficialmente sobre os procedimentos para a devolução dos valores pagos a mais.
No entanto, para os casos anteriores a 2012, cujos registros administrativos já não estão disponíveis, os afetados deverão apresentar comprovantes de pagamento e documentos de renda até 30 de janeiro de 2026, para que possam solicitar a devolução.
O governador Ichita Yamamoto, pediu desculpas pelo ocorrido em uma coletiva de imprensa realizada no dia 30 de janeiro, declarando:
“Por muitos anos, cobramos valores excessivos pelo aluguel das moradias públicas, causando transtornos a muitas famílias. Quero expressar minhas sinceras desculpas pelo erro cometido.”
A província se comprometeu a reforçar seus procedimentos administrativos para evitar que erros semelhantes voltem a acontecer.