A construção da Estação da Província de Yamanashi da Linha maglev começa em março e deve ser concluída até dezembro de 2031.
A companhia ferroviária JR Central planeja dar início, no próximo mês, à construção da sexta e última estação da Linha maglev. O projeto, que conectará a área de Shinagawa, em Tóquio, à cidade de Nagoya, é um pilar estratégico para a modernização do transporte japonês.
De acordo com fontes ligadas à companhia, as obras da Estação da Província de Yamanashi, localizada na cidade de Kofu, devem começar oficialmente no dia 11 de março. Uma cerimônia está programada para marcar a data, contando com a presença do governador Nagasaki Kotaro e do presidente da JR Central.
“Houve uma demora considerável para que a Estação da Província de Yamanashi fosse projetada, levando-se em consideração as severas condições do solo nas proximidades da estação” disse a JR Central.
Detalhes Técnicos e Estrutura da Estação
A nova estação será uma estrutura imponente de 32 metros de altura, dividida em quatro pavimentos funcionais. O projeto foi adaptado para superar os desafios geológicos da região de Kofu e Chuo.
Abaixo, os detalhes da distribuição dos andares na nova estação:
| Pavimento | Função Principal |
| 1º Piso | Área de passagem e circulação |
| 2º Piso | Saguão principal e catracas de acesso |
| 3º Piso | Saguão superior de espera |
| 4º Piso | Plataforma de embarque do trem maglev |
Cronograma e Extensão das Obras
A construção abrangerá um trecho de 1,2 quilômetro de extensão. Apesar do início imediato das fundações, a JR Central estima um cronograma longo devido à complexidade técnica do sistema de levitação magnética. A conclusão total das obras para esta estação está prevista para dezembro de 2031.
A Linha maglev é acompanhada de perto pelo governo do PLD, sendo vista como um motor de crescimento econômico que facilitará o deslocamento entre os grandes centros urbanos do Japão Central, reduzindo drasticamente o tempo de viagem atual.
A integração de Yamanashi ao mapa do trem-bala de última geração promete transformar a economia local da província.
