Funcionário de empresa japonesa é investigado por invasão de base naval dos EUA em Yokosuka

Suspeito teria falsificado crachá para entrar em área restrita e usado veículo militar dentro da base

A Polícia de Kanagawa está investigando um funcionário de uma grande empresa comercial de Tóquio suspeito de entrar sem autorização em uma base naval dos Estados Unidos em Yokosuka, segundo fontes ligadas ao caso.

O homem, na faixa dos 40 anos, é suspeito de ter falsificado o cartão de identificação necessário para acessar a base. A polícia avalia a possibilidade de indiciá-lo por violar a lei criminal especial relacionada ao Acordo sobre o Status das Forças entre Japão e Estados Unidos.

De acordo com as informações, o suspeito teria usado um crachá com foto falsificado para entrar em uma área restrita do Commander, Fleet Activities Yokosuka, localizada na cidade de Yokosuka, em 2025. O acesso ao local é proibido para pessoas não autorizadas.

As autoridades também investigam a suspeita de que o homem tenha dirigido um veículo militar americano que estava dentro da base para se deslocar tanto nas áreas internas quanto externas das instalações. A motivação do ato ainda está sendo apurada.

Atualmente, o funcionário está em viagem de negócios ao Oriente Médio. A polícia pretende interrogá-lo assim que ele retornar ao Japão.

A lei criminal especial proíbe a entrada não autorizada em instalações militares dos Estados Unidos com acesso restrito. Normalmente, para entrar na base é necessário possuir um cartão de identificação emitido pelas Forças Armadas dos EUA ou obter permissão prévia, além de estar acompanhado por pessoal militar americano.