Confiança entre grandes fabricantes japonesas melhora pelo segundo trimestre, mostra pesquisa Tankan
Índice sobe para 14 pontos positivos, com destaque para o setor automotivo; previsão para próximos meses indica leve recuo.
Notícias do Japão e do Brasil
Índice sobe para 14 pontos positivos, com destaque para o setor automotivo; previsão para próximos meses indica leve recuo.
Alterações impactam idosos, consumidores e trabalhadores; coparticipação médica sobe, alimentos ficam mais caros e empresas devem flexibilizar jornadas.
Investidores estrangeiros vendem ações japonesas pela segunda semana consecutiva; pacote de US$ 550 bilhões entre Japão e EUA mira setores estratégicos até 2029; tarifas de Trump afetam farmacêuticas e bolsas asiáticas.
Índice japonês se beneficia de alta em Wall Street e expectativa de corte de juros nos EUA; inflação recua para abaixo de 3% pela primeira vez em nove meses, mas alimentos seguem em alta.
Expectativa de corte pela primeira vez em 2025 movimenta bolsas globais; tarifas de Trump ainda impactam exportações do Japão e setor automotivo.
Leilões começaram três meses antes do habitual e já movimentaram 60 mil toneladas; safra doméstica segue pressionando valor do grão.
Redução anunciada por Donald Trump entra em vigor com efeito retroativo; montadoras projetam perdas de mais de ¥2,6 trilhões e pedem revisão tributária no Japão.
Índice japonês fecha em 44.768 pontos impulsionado por expectativas de estímulo nos EUA e alta em ações de tecnologia.
Pesquisa do governo japonês mostra retomada de confiança entre empresas; bolsas da Ásia sobem com impulso de Oracle e expectativa de alívio monetário global.
Índice Nikkei fecha em alta pelo terceiro dia seguido com otimismo sobre estímulos fiscais e política econômica no Japão